P1

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Confira sete verdades sobre melanoma

O câncer de pele é o mais frequente no Brasil e corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no País. Foto: Getty Images


O câncer de pele é o mais frequente no Brasil e corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no País, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). O melanoma é o mais agressivo deles e representa apenas 4% das neoplasias malignas do órgão. Para saber mais sobre essa doença, confira as explicações do dermatologista Mauro Enokihara, atual conselheiro científico do Grupo Brasileiro de Melanoma (GBM) e conselheiro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD):
1) Entre os principais fatores de risco estão pele clara e sensível ao sol, que se queima com facilidade; cabelos loiros ou ruivos; olhos azuis ou verdes; existência de muitas pintas espalhadas pelo corpo (100 ou mais); pintas com formatos incomuns ou irregulares, geralmente em tamanho maior; histórico de exposição excessiva ao sol ou utilização de bronzeamento artificial; casos de melanoma na família; ocorrência prévia de melanoma e ter 50 anos ou mais;
2) Mudanças de cor, formato ou tamanho de uma pinta pode ser indício da doença. Outras alterações que podem sinalizar o aparecimento da patologia são pintas que sangram, doem ou coçam. No entanto, nem todos os melanomas se desenvolvem em uma pinta já existente ou próximos a ela. Em alguns casos, aparecem repentinamente na pele sadia. Portanto, é preciso ficar atento ao surgimento de pintas ou manchas;
3) A maioria dos melanomas é do tipo extensivo superficial, manchas com cores diferentes (heterocromia), bordas irregulares, tamanhos e formatos diversos, mais comuns nos membros inferiores, no sexo feminino, e no tronco, no sexo masculino;
4) Nem todos os melanomas são decorrentes da radiação UV. Embora a maior parte se desenvolva em áreas expostas do corpo, alguns podem ocorrer em regiões "cobertas";
5) O diagnóstico precoce é fundamental, pois apresenta altos índices de metástases (espalhar pelo corpo) se descoberto tardiamente;
6) O tratamento varia conforme as condições de saúde do paciente, localização, agressividade e extensão do tumor. O tratamento de escolha ainda é a cirurgia. Dependendo do estágio do câncer, a quimioterapia, radioterapia e imunoterapia são outras modalidades terapêuticas que podem ser empregadas. Quando há metástase, a enfermidade não tem cura na maioria das vezes, mas existem muitas estratégias que permitem melhorar a qualidade de vida do paciente;
7) Como existe a possibilidade de a doença voltar, é fundamental o acompanhamento do paciente por anos, com consultas regulares e exames complementares, tais como DHL, radiografia do tórax, ultrassom abdominal. Orientações sobre autoexame da pele e fotoproteção são indispensáveis.

Saúde o Essencial

OLÁ PESSOAL O CARNAVAL ESTÁ AI

É HORA DE ENTRAR EM FORMA PARA PODERMOS
ESBAJAR A BOA FORMA ...

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Cuidados com a época de chuva e enchentes

No mês de janeiro e, provavelmente, até março, onde as águas fecham o verão, vemos e lidamos com fortes chuvas. Bastariam os temporais se eles não terminassem quase sempre em enchentes. E o que quase todo mundo sabe, mas não se dá conta, é que elas trazem além da destruição muitos danos à saúde.Quem entra em contato com a água suja das enchentes pode estar vulnerável a doenças como a leptospirose e a hepatite A.
 
 
Porém, quem acha que só por não ter tido contato com a água está livre de riscos, precisa saber que o mosquito da dengue se prolifera nessas situações e qualquer um pode contrair o vírus.Segundo a Doutora Camila Delfino, infectologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, a demora para procurar um tratamento pode acarretar em hemorragias e problemas nos rins, no caso da leptospirose, e problema nos pulmões, no caso da dengue. Então, para evitar maiores complicações, o mais recomendável é que depois do contato com a água suja ou ao sentir dores no corpo ou musculares, além de febre e diarréia, é buscar um atendimento médico. Automedicação, principalmente no caso de dengue, é contra-indicada.

Além de tudo isso, Camila recomenda: "Se o local for invadido pela água é essencial fazer a limpeza dos ambientes, lavar bem as mãos antes de manipular alimentos e ter cuidado ao consumi-los. Outra recomendação é evitar o acúmulo de água em recipientes e ambientes, por causa da proliferação do mosquito da dengue". Outra informação indispensável: Hepatite A é prevenida por vacina.

Confira 4 dicas para fazer com que a hora de escovar os dentes não pareça a Terceira Guerra Mundial

Fazer com que seus filhos escovem os dentes todas as noites ou durante o dia nunca é uma tarefa fácil. Felizmente, com essas dicas, realizar a missão delicada se tornará algo mais tranquilo e não lembrará em nada uma  guerra civil.

1. Dê-lhe uma escova de dentes nova
Crianças amam desenhos animados e você ama que elas escovem os dentes. Una as duas coisas! Compre para o pequeno uma escova de dentes decorada com seu personagem favorito e ele estará muito mais suscetíveis a cuidar dos dentes. Se oferecer uma escova elétrica com o tema do desenho, você vai se tornar a mãe mais legal da vizinhança! 

2. Diga adeus à pasta de dente sabor menta
Jogue aquela pasta de menta chata pela descarga! Crianças gostam de sabores mais divertidos, como morango, melancia ou chiclete. Então use o seu tempo livre para levar o pequeno ao mercado e deixar que ele escolha a sua pasta. Ele não somente vai adorar o sabor, como você vai poder passar um tempo com ele e não ter que enfrentar uma batalha para fazê-lo escovar os dentes.

3. Torne o hábito um jogo
Crianças amam conquistar e alcançar objetivos – não importa qual seja ele. Para tornar a finalidade de escovar os dentes mais concreta, você pode apostar nos chicletes feitos para soltar um corante que ressalta a placa dental. Assim, se a tinta for rosa, os pequenos vão achar o máximo ficar escovando e escovando até se livrar das manchas, como passe de mágica. Além disso, ficar parecendo um monstro com os dentes coloridos também se mostrará um atrativo eficaz.

4. Desafie-lhes a escovar por um determinado tempo
Se as suas crianças dizem ter terminado de escovar os dentes em dez segundos,  leia essa dica com atenção. Mais uma vez, a solução é fazer do hábito uma competição. Desafie-lhes dizendo que a pessoa que escovar os dentes por mais tempo ganha. Você também pode participar do jogo (e até  trapacear com o cronômetro): escove e pare quando o tempo estipulado chegar ao fim.

Teste esses produtos e truques e você vai perceber que os pequenos estão bem menos resistentes a escovar os dentes. Boa sorte!

Cinco passos para um coração mais saudável

Especialista dá dicas de como evitar doenças cardíacas. Rir é uma das atitudes preventivas

 


Cinco passos simples podem ajudar a reduzir o seu risco de ter doenças cardíacas, afirmam os especialistas em cardiologia preventiva.
Segundo Holly Anderson, diretora de educação no Instituto do Coração Ronald O. Perelman, do Hospital Presbiteriano de Nova York, é preciso fazer mais para educar a população sobre os fatores de risco e a prevenção de doenças do coração. Ela dá algumas dicas que podem ajudar:
- Pergunte ao seu médico sobre o que é considerado normal em relação a pressão sanguínea, colesterol e triglicérides e saiba quais são os seus números nessas medidas.
- Comece a se exercitar. Caminhar de 20 a 30 minutos alguns dias da semana pode reduzir o risco prematuro de morte em mais de 50% (Veja oito manieras de incluir os exercícios no dia a dia). Atividade física reduz a pressão sanguínea, melhora as taxas de colesterol, diminui o estresse, melhora o sono, beneficia o humor, melhora a cognição e previne a perda de memória.
- Ria mais. Em termos de saúde cardiovascular, fazer isso por apenas 15 minutos equivale a praticar um exercício aeróbico por meia hora. Pesquisas também ligam o riso com a redução de dor e ansiedade, com a função saudável dos vasos sanguíneos e com o aumento dos níveis cerebrais de hormônios que melhoram o humor - existem 10 alimentos que melhoram o humor, saiba quais são.

- Preste mais atenção na circunferência da sua cintura do que no seu peso (leia mais sobre a perigosa barriga de chope da mulher). Ela é uma medida mais precisa do que o peso porque a quantidade de gordura em volta da cintura é um elo direto com a hipertensão e o colesterol alto, e ainda pode aumentar o seu risco de desenvolver diabetes.
- Durma bem e o suficiente. Falta de sono aumenta a pressão sanguínea, induz ao estresse, aumenta o apetite, desacelera o metabolismo, prejudica o humor e piora a cognição.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

25 passos para uma vida mais saudável

No final do século 20 apareceram os exercícios aeróbicos, isométricos, os programas de emagrecimento de Richard Simmons, a dieta do Dr. Atkins e uma enxurrada de aparelhos para exercícios – deixando-nos completamente  confusos e sem saber por onde começar. Então, o que realmente funciona? Aqui vão algumas dicas que te deixarão em forma e te permitirão viver de maneira mais saudável.

Caminhada rápida
© iStockphoto.com/Blue Lab Media
1: Siga um programa de exercícios balanceados
Uma caminhada rápida de 30 minutos enquanto você desfruta do nascer do sol queima algo em torno de 1.500 calorias por semana – ou seja, 78 mil calorias por ano. Exercícios cardiovasculares são excelentes para o coração e pulmão, mas adicione à sua rotina uma ou duas sessões semanais de musculação para tonificar seus músculos.

2: Faça exercícios junto de seus familiares
Joguem basquete, futebol ou façam uma trilha juntos. Vocês estarão mais próximos uns dos outros e ainda ficarão em forma.

3: Invista em uma corda de pular
Este é um excelente exercício e pode ser feito a qualquer hora do dia. Defina uma meta para, por exemplo, um total de pulos durante 10 minutos e o exercício ficará ainda mais desafiador.

4: Tenha um parceiro de treinos
Saber que alguém está te esperando para treinar já é um motivo e tanto para você não faltar. Além disso o treino é, sem dúvida, bem mais agradável quando se pode jogar também um pouco de conversa fora.

5: Exercite-se dentro d´água
Confira o que há de aulas dentro da água como hidroginástica e natação na academia que você freqüenta. Exercícios feitos dentro d´água aliviam o stress e as dores nas costas e articulações.

6: Movimente-se enquanto trabalha
Levante-se e caminhe um pouco nas suas “paradas” dentro do escritório. E quando em frente ao computador, sente-se corretamente.

7: Faça pequenas e frequentes refeições durante o dia
É melhor comer seis pequenas refeições durante um dia inteiro do que três grandes refeições. Quanto menor a refeição, menos o seu estômago irá esticar.

8: Hidrate-se tomando água
Beba, no mínimo, oito copos de água durante o dia. Isso não inclui café, refrigerante ou suco já que eles possuem calorias extras. 

9: Tome sempre um bom café da manhã
Pular o café da manhã é um método que muita gente utiliza quando quer emagrecer. Mas estudos já comprovaram que pessoas que tomam café da manhã regularmente têm menos chance de se tornarem obesas.
Bom café da manhã10: Não polua o seu corpo
Evite o cicarro, excesso de álcool e drogas ilegais. Tudo isso faz mal à saúde e podem inibir a perda de peso.

11: Cozinhe de forma saudável
Pare de fritar e opte por assar ou grelhar a sua comida. A fritura só acrescenta calorias desnecessárias à comida.

12: Saboreie os alimentos
Quando estiver comendo, mastigue a comida devagar. Saboreie o alimento e preste atenção nos cheiros e gostos. Quanto mais você mastigar, mais você irá senti-lo.

13: Acorde mais cedo
Comece o seu dia mais cedo. Levantar da cama junto com o nascer do sol ajuda o relógio de seu corpo a funcionar melhor. Isso também cria um melhor padrão de sono deixando você energizado durante o dia todo.

14. Proteja-se do sol

O câncer de pele é o tipo mais comum de câncer. A exposição ao sol aumenta o risco, então quando não é possível evitá-lo cubra todo o seu corpo com um bom protetor solar.

15: Esteja emocionalmente bem
Se você estiver emocionalmente mal, poderá enfraquecer seu sistema imunológico. Não ignore o que quer que esteja passando em seu coração e mente. É saudável reconhecer suas emoções.

16: Mantenha seus dentes saudáveis

Uma causa comum da perda de dente após os 35 anos é a “doença do chiclete”. Só masque chicletes sem açúcar e escove e passe fio dental diariamente. 

17: Fuja do stress
O stress pode causar ou agravar muitas condições de saúde. Então, não se aborreça por qualquer coisa!
Vida mais saudável18: Coma cinco ou mais porções de frutas e vegetais por dia
Deixe as frutas e vegetais nas prateleiras da frente de sua geladeira para que seja fácil alcançá-los quando bater aquela fominha.

19: Conheça a ti mesmo
Conhecer o histórico de saúde da sua família pode te ajudar a manter-se saudável. Muitas doenças são hereditárias e preveni-las pode ser o melhor remédio.

20: Cuide de sua saúde mental
A depressão é uma doença séria e que precisa ser tratada. Você não tem culpa, então não tenha medo de conversar sobre o assunto com um médico.

21: Tenha uma boa noite de sono
Noite mal dormida causa stress e aumenta os níveis de cortisol e insulina no corpo, promovendo ao mesmo tempo a retenção de gordura e tornando mais difícil a perda de peso.

22: Faça exames nos seios regularmente
O melhor período para as mulheres fazerem o auto-exame das mamas é logo na semana seguinte à menstruação, quando o tecido da mama está menos sensível e inchado.

23: Tire uma soneca

Muitos médicos têm indicado e comentado os benefícios de uma soneca de 30 a 40 minutos por dia. Experimente!

24: Cante alto
Cante, cante muito! Não importa se você não tem voz para isso! No chuveiro, no carro, ou em qualquer lugar, cante alto. Este é um bom modo de mandar o stress para bem longe.

25: Curta a vida
Embora seja importante ter um bom emprego e assumir responsabilidades, a vida precisa ser desfrutada. Solte-se! Ria de si mesmo e divirta-se o mesmo tanto que você trabalha!

Introdução a Quantas calorias são gastas em uma corrida?

Desde que Isaac Newton criou suas leis de movimento – ramo da física que lida com a força exercida sobre objetos e que causa o movimento dos mesmos, as pessoas têm visto a caminhada e a corrida como a aplicação prática de suas leis. Ambas movem o corpo de um lugar para o outro. Uma vez que o corpo não muda – o seu peso continua o mesmo quer você esteja andando ou correndo – ele deve gastar a mesma quantidade de energia para movê-lo, não importando a maneira como você se move. E se essa explicação ainda não foi suficiente, podemos deixá-la mais clara – uma caminhada ou corrida gasta a mesma quantidade de energia, ou, em outras palavras, ambas gastam a mesma quantidade de calorias. Isso, de acordo com Isaac Newton.

Porém, os corredores perceberam há tempo que a caminhada e a corrida produzem resultados diferentes em se tratando de perda de peso. Parece, na verdade, que uma corrida gasta muito mais calorias do que uma caminhada.

Em 2004, um grupo de pesquisadores da Universidade de Syracusa, nos Estados Unidos, trabalhou tentando notificar o que a comunidade de corredores já havia percebido. Um estudo realizado com 24 homens e mulheres que tanto corriam como caminhavam em uma esteira mostrou que a corrida realmente gasta mais calorias. Na corrida os homens gastaram e média 124 calorias enquanto que as mulheres gastaram em torno de 105 (numa distância de 1.600 m). Já durante as caminhadas os homens queimaram em média 88 calorias e as mulheres 74.

Andar mais reduz o risco para diabetes

Caminhar alguns poucos passos a mais diariamente ajuda não apenas a afastar o risco para a obesidade, como também reduz o risco para diabetes. Esta é a conclusão a que chegaram pesquisadores do Murdoch Chidren Research Institute, em Melbourne. Este é o primeiro estudo que estimou os efeitos de mudanças a longo prazo relacionadas à atividade física e à sensibilidade à insulina.

A pesquisa envolveu 592 adultos de meia idade que participaram de um estudo para mapear os níveis de diabetes por toda a Austrália, entre os anos 2000 e 2005. Os participantes preencheram um questionário detalhado com perguntas relacionadas à sua dieta e estilo de vida e foram também submetidos a exames de saúde. Depois disso foram então entregues pedômetros aos participantes e instruções de como usá-los. Cinco anos depois, os pacientes foram novamente monitorados. Outros fatores como álcool e fumo também foram levados em consideração.

Os participantes que deram o maior número de passos durante os cinco anos apresentaram um menor índice de massa corporal, menor relação entre cintura e quadril, e melhor sensibilidade à insulina.

Segundo os autores do estudo, essas associações foram independentes do consumo de energia e se devem em grande parte a uma mudança na adiposidade (gordura) durante os cinco anos.

Atualmente recomenda-se às pessoas para que dêem cerca de 3 mil passos por dia durante cinco dias por semana. No entanto, a orientação popular diz que o ideal são 10 mil passos por dia. Os autores estimam que uma pessoa sedentária que anda muito pouco durante o dia, mas que é capaz de mudar seu comportamento num prazo de cinco anos para cumprir a orientação popular de atingir os 10 mil passos diários, pode triplicar sua sensibilidade à insulina em comparação a uma pessoa que aumentou sua quantidade de passos diários para atingir a recomendação de 3 mil passos por dia durante cinco dias por semana.

Veneno de peixe vira cura para asmáticos

Veneno de peixe vira cura para asmáticos

Antes apenas vilã, substância encontrada no veneno de peixe típico da região Nordeste tem ação anti-inflamatória e é mais eficiente do que medicamentos já desenvolvidos para falta de ar


A solução para as crises de falta de ar que incomoda os 15 milhões de asmáticos que existem no Brasil está no veneno de um peixe venenoso, típico da região Nordeste. Pelo menos é o que comprovou um estudo do Laboratório Especial de Toxinologia (LETA) do Instituto Butantan, em São Paulo.
O veneno do Thalassophryne nattereri, também conhecido como niquim ou peixe-escorpião, é bastante agressivo quando injetado por meio de ferroadas no corpo humano. Os acidentes ocorrem com banhistas e pescadores que confundem o peixe com uma pedra, já que ele está sempre no fundo arenoso e em águas rasas. 
INTERNAPEIXEASMAVENENOS.gifSe o peixe escorpião for pisado, o veneno é injetado por pressão, causando muita dor, queimação, inchaço, inflamação e uma necrose muito precoce. O ferimento leva muito tempo para cicatrizar.
Mas agora o temível peixe venenoso começa a deixar o seu papel apenas de vilão. Em seu veneno existe a proteína isolada chamada de nattectina. Trata-se de uma lectina tipo C, uma proteína de ligação de carboidratos, considerada interessante por suas características biológicas, farmacológicas e bioquímicas.

“A nattectina tem ação anti-inflamatória nos casos de inflamação pulmonar, porém sem o efeito colateral dos corticóides. Acreditamos que ela pode agir tanto no sentido de impedir que o asmático entre em crise como para tirar o paciente da crise”, explica ao Blog Biodiversa de Lian John a pesquisadora do LETA, Mônica Lopes Ferreira.
A equipe do Butantan trabalha em parceria com um laboratório comercial e com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), com o objetivo de colocar rapidamente no mercado um medicamento feito com a nova proteína. No entanto, ainda faltam os testes laboratoriais, que levam de um a três anos, e também aumentar a produção nattectina para deixar o medicamento a um custo acessível.
Ao mesmo tempo que desenvolve o medicamento, o LETA também estuda a criação de um soro para as vítimas da ferroada do peixe venenoso. O tratamento com analgésicos ou anti-histamínicos não funciona de maneira eficiente. Nos casos mais graves, as vítimas têm, inclusive, a perna atrofiada e perda de função.

Casais sem filhos têm dieta mais saudável

Uma reportagem publicada na semana passada no "The New York Times" sugere, com base em um estudo britânico, que casais com crianças têm uma dieta menos saudável do que os casais sem filhos.
Pesquisadores usaram dados de uma pesquisa do governo britânico com 7.014 famílias, que registravam suas compras de alimentos num diário por período de duas semanas, em 2003 e 2004.
As famílias de renda mais alta comeram mais carne, frutas frescas e vegetais, em comparação às outras. A idade influenciou o consumo de gorduras e açúcar o que é reduzido em lares com pessoas de mais idade.
Talvez o mais surpreendente é que o novo estudo, publicado na edição de dezembro do " European Review of Agricultural Economics", descobriu que os casais sem filhos eram os que comiam de forma mais saudável.
Mesmo depois de controlar fatores como idade, renda e outros, em comparação a uma família com crianças, um casal sem filhos consumiu cerca de 2 kg mais frutas e vegetais por pessoa ao longo do período de duas semanas.
Ter crianças em casa também reduziu a demanda por carne, e aumentou o consumo de laticínios, cereais e batata.
"Isso confirma o que nós, como pais, já sabemos", disse um autor do estudo, Richard Tiffin, professor de economia da Universidade de Reading, na Inglaterra. "Por alguma razão, a dinâmica social numa casa com crianças torna a dieta em geral menos saudável".

sábado, 15 de janeiro de 2011

Saúde: Quais os sintomas do AVC.

Transforme o estresse em um aliado da sua saúde


Não adianta. Pensou em estresse, pensou em bronca de chefe, engarrafamento, tarefas se acumulando, contas a pagar, casa bagunçada e haja espaço nesta página para caber tanto aborrecimento. Mas especialistas alertam: quanto mais você pensa no estresse de forma negativa, mais fica irritado. Agora, pasme: pesquisas comprovam que o estresse pode ser bom para sua saúde, muito mais do que você imagina. Basta saber gerenciá-lo.
Em estudo da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, ratos submetidos a rápido e intenso estresse ficaram mais fortes para enfrentar gripe. Os pesquisadores associaram o resultado ao ser humano. Segundo eles, em curto período de tempo, o estresse poderia reduzir riscos de desenvolver diabetes, doenças do coração, câncer e Alzheimer. Isso porque o corpo, quando em estado de alerta, dispara o sistema imunológico, protegendo o organismo contra infecções.
 . Foto: Getty Images "É um erro chamar o estresse de doença", garante a presidente da Associação Brasileira de Estresse e professora de psicologia da UFRJ, Lúcia Novaes. Segundo ela, o estresse se divide em fases de alerta, resistência e exaustão. Manter-se na primeira é o indicado.
"As outras etapas revelam o lado ruim do estresse, que deixa o organismo fraco e suscetível a doenças, podendo se tornar problema mais grave, o estresse crônico. Já a primeira fase tem o poder de preparar o corpo para reagir contra o fator que gera estresse. É uma mudança benéfica que corpo sofre", explica.
De acordo com Novaes - que é co-autora do livro Estresse ao Longo da Vida -, para não chegar ao estresse crônico, é preciso ter atenção nos aspectos fisiológico, comportamental e emocional. No primeiro, basta investir em alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos e técnicas de relaxamento.
"Investir tempo livre em lazer e saídas com amigos, não pensar em trabalho quando chegar em casa e questionar o pensamento catastrófico, transformando-o em positivo, também ajuda a fazer com que o estresse se torne um aliado", completa Novaes.
Positivo
Conheça os benefícios do estresse a curto prazo:
Relacionamentos
Facilita adaptação do casal
Aumenta afetividade com parceiro
Estimula sexualidade
Torna relações mais respeitáveis
Valoriza amizade
Estimula o companheirismo
Profissional
Faz com que o trabalho seja desafiador
Ajuda a produzir mais e melhor
Aumenta possibilidades de promoção
Diminui a passividade
Saúde
Auxilia no desenvolvimento de aptidões físicas
Estimula busca por bem estar
Melhora sistema imunológico
Retarda envelhecimento da pele
Evita a obesidade
Melhora humor
Negativo
Fique alerta aos sintomas:
Físicos
Aumento da pressão arterial
Palpitações
Doenças cardíacas
Tremores
Asma
Gastrite
Insônia
Dores musculares Psicológicos
Ansiedade
Tristeza
Irritabilidade
Insatisfação no trabalho
Depressão
Impaciência
Comportamentais
Rupturas de relacionamentos
Fobia social
Incapacidade de dialogar
Consumo de álcool e drogas

Falta de sono atrapalha o crescimento

 . Foto: Getty Images

Dormir em horários regulares e num ambiente calmo, adequado ao sono, é essencial para o desenvolvimento físico e mental das crianças. Especialistas alertam que criança que não dorme direito, além da sonolência durante o dia, pode ter alterações de humor e apetite, desatenção nas atividades escolares e cotidianas, além de problemas no crescimento.
É enquanto dorme que a criança consolida a memória e fixa o que aprendeu durante o dia. Segundo a coordenadora do grupo de estudos sobre o sono da Sociedade Brasileira de Pediatria, Magda Lahorgue, isto ocorre devido a uma série de processos químicos e neurofísicos que fazem a pessoa dormir.
"O sono restaura as energias para o dia seguinte. Além disso, o pico do hormônio GH (do crescimento) é noturno. Se não há um bom sono, pode não ser atingida a estatura esperada", alerta Magda. Para o médico pediatra e homeopata Yechiel Moises Chencinski, competitividade, cobranças, obrigações, muitas atividades extracurriculares, ambiente familiar conturbado ou até mesmo doenças - como febres e resfriados - são fatores que podem interferir no sono. "Distúrbios emocionais também podem interferir na qualidade do sono", salienta.
De acordo com Magda Lahorgue, refluxo e alergias, além do consumo de alimentos com cafeína perto da hora de deitar, são motivos de noites mal dormidas. Outro vilão é o hábito de dormir com a TV ligada, que piora muito a quantidade e a qualidade do sono.
Magda recomenda que o ambiente onde a criança dorme tenha temperatura agradável, pouco som e luzes baixas para que o sono do pequeno respeite o número de horas referente à sua idade. "Os pais devem regular o horário de ir para a cama e criar uma expectativa boa para o sono, evitando, por exemplo, o medo de dormir no escuro", completa.
Moises concorda. "Rotinas devem ser estabelecidas desde os primeiros meses, com limites nos horários de ir para cama e de acordar", confirma. Se após todas as tentativas o problema persistir, o médico pode indicar homeopatia ou fitoterapia, que não têm contraindicações e efeitos colaterais.
Dos ciclos à noite inteira
A médica Mada Lahorgue lembra que o recém-nascido dorme em ciclos de duas a três horas. O bebê dorme, acorda, mama e dorme novamente, independentemente de ser noite ou dia.
Após os dois meses, os ciclos noturnos ficam mais longos e os de durante o dia, mais curtos. Já a partir dos 6 meses, o sono noturno acontece em dois grandes ciclos, começando a ficar mais regular.
Do 1º ao 2º anos de vida, aproximadamente, a criança já dorme a noite toda, com períodos de sesta de manhã e depois do almoço. A partir do 3º ou 4 º ano, só ocorre uma "dormidinha" diurna, em geral após o almoço. Acima dos 6 anos o sono já se concentra todo durante a noite.

O sucesso do fitness na água

Com menos impacto e mais sensação de bem-estar, versões do Pilates, Kick Boxing e capoeira para fazer na piscina conquistam os alunos das academias

 

 
chamada.jpg
PROTEÇÃO
Maria Lúcia e Yara (à frente) usufruem os benefícios do kick
boxing aquático sem o alto impacto do solo
 
Satisfazer o desejo dos alunos por novidades é o maior desafio das academias de fitness no começo do verão. Essa necessidade inaugurou um curioso filão – levar para dentro da água as atividades praticadas em solo. Num primeiro momento, os especialistas ajustaram às piscinas as aulas de bicicleta, step (subir e descer degraus), body jump (minicama elástica), ioga e corrida. Deu certo e, agora, mais modalidades estão ganhando versões aquáticas. Na Bahia, é cada vez mais popular a hidrocapoeira. “Selecionamos os movimentos mais amplos da capoeira para adaptá-la à água. As pessoas adoram”, diz o professor de educação física João Magalhães, da Academia Foca’s, de Salvador. O Pilates também ganhou a sua variação molhada. Andréa Melo, de Juiz de Fora (MG), estudou oito anos para transpor os exercícios com mola e plataforma característicos da atividade para a piscina. “Há mais diferenças: a temperatura da água, por exemplo, tem que ser mais aquecida para facilitar o trabalho muscular”, diz Andréa, autora do livro “Método Pilates na Água”.
Até o kick boxing, definido como luta marcial e também esporte de combate, foi adequado à piscina. “Dá para fazer o trabalho de força e o aeróbico, mas sem suar”, diz a advogada Maria Lúcia Camacho, 54 anos, praticante da atividade na Runner, em São Paulo. Para a sua colega de aula, a socióloga Yara Pinto, 60 anos, mais do que um exercício físico, praticar atividades aquáticas é uma espécie de terapia. “Faço por prazer”, diz.
img.jpg
MULTIUSO
Sylvia (acima) usa a piscina para o treino de
natação e para as aulas de acqua zen. Abaixo, corrida na água
    img1.jpg
 
O poder relaxante da água também é explorado pelas academias. Um exemplo é o acqua zen, oferecido pela Fórmula, em São Paulo. Em sessões de dez minutos, o aluno fica suspenso sobre boias, enquanto faz movimentos e recebe massagens. “Essa pausa serve para descansar os músculos e a cabeça depois da natação”, diz a publicitária Sylvia Hartmann, 30 anos.
Não faltam explicações científicas para o sucesso das modalidades na água. Uma delas é o fato de a piscina ser um ambiente refrescante, pois a transferência de calor do corpo humano é 25 vezes maior na água do que em solo. O bem-estar é ainda maior porque nos sentimos mais leves quando submersos. “Com água à altura dos ombros, temos uma perda aparente de 90% de nossa massa corporal”, afirma Giovana Mazo, do Centro de Saúde do Esporte da Universidade Estadual de Santa Catarina. O resultado dessa mudança é a redução do impacto sobre as articulações, razão pela qual os movimentos sincopados dentro da piscina ganharam a preferência dos idosos, e mais recentemente, dos obesos.

Mais uma vantagem é a pressão exercida pela água. “Ela promove uma melhora significativa na circulação sanguínea”, garante Jomar Souza, da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte. Coração e pulmão, por exemplo, ficam mais irrigados – só neste último órgão, o volume de sangue pode dobrar e a saída de oxigênio para a corrente sanguínea é facilitada. Mais oxigênio no sangue permite fazer o exercício com a mesma intensidade e menos sofrimento. Novas pesquisas também estão mostrando que, ao contrário do que se pensava, a hidroginástica pode servir para emagrecer. Segundo o pesquisador Luiz Fernando Kruel, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, para que isso ocorra é necessário aumentar a amplitude e o ritmo dos movimentos. Sua conclusão está baseada em um estudo feito com 23 mulheres durante a prática de atividades aquáticas. “Se a pessoa fica parada e faz movimentos curtos, o gasto é maior em solo”, analisa. “Mas se faz exercício com grandes áreas projetadas, ou seja, abre e fecha braços, estica as pernas, queima mais calorias dentro da água”, ensina Kruel. Hora de preparar sua touquinha.
G_fitness-agua.jpg

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Veja 5 maneiras de não sair da dieta nos fins de semana

dieta. Foto: Terra



Segunda-feira é o dia mundial da dieta. Depois dos excessos do fim de semana, são comuns as promessas de maneirar no consumo de alimentos calóricos durante a semana. Mas também é sabido que poucos são os que mantêm a promessa, que geralmente é adiada para a próxima semana.
Pois especialistas afirmam que é possível manter a linha sem radicalizar, inclusive nos fins de semana, seguindo algumas regras simples. Confira cinco dicas listadas pela nutricionista Vanessa de Oliveira, da Clínica Onodera Estética, no Rio de Janeiro, para aliar diversão com corpinho em forma:
1) Happy hour com as amigas: "Invista em sucos de frutas, petiscos de queijo branco, sanduíche de ricota, crostine de tofu e canapé de vegetais", disse a nutricionista
2) Café da manhã na padaria: "Fuja das tentações e peça sucos de frutas com sanduíche natural ou quatro pães de queijo pequenos com suco de laranja."

3) Jantar com o namorado: "Para abrir o apetite, peça uma salada verde levemente temperada. Invista em um grelhado como prato principal, legumes gratinados como guarnição."

4) Cineminha: "Uma porção pequena de pipoca de manteiga está liberada. Mas, quem está disposta a resistir à tentação pode optar por chips de frutas ressecadas ou cookies integrais";

5) Ficar sem fazer nada em casa: "A melhor opção é fazer as seis refeições diárias, e equilibradas, pois assim não sentirá muita fome. Mas se quiser assaltar a geladeira, vá à gaveta de frutas e pegue as uvas, morangos, ameixas... Frutas que podem ser colocadas em pequenas porções que distraem a mente e mata a fome, enquanto você vê um filme ou assiste à novela".

Acabe com a retenção de líquido

Acabe com a retenção de líquido
Nada mais desagradável do que vestir uma roupa mais confortável nessa estação e se sentir inchada, apertada, incomodada. Imagine então se for um biquíni, e o pior, se você já faz dieta e pratica exercícios.
Publicidade
Isso pode ser retenção de líquido, veja como fazer para acabar com esse problema.A retenção de líquido é o acúmulo excessivo e anormal de água entre as células. Quando esse líquido não é eliminado através da urina, causa inchaço principalmente na barriga, pés, mãos, coxas, tornozelos e mamas. Esse acúmulo de líquidos pode fazer com que a pessoa adquira de 1 a 2kg no dia.
É mais comum entre as mulheres, principalmente nos períodos pré-menstrual e menstrual, devido a alterações metabólicas e hormonais que favorecem a retenção de líquidos. Quando essa é a causa, não há com o que se preocupar, pois o inchaço diminui assim que termina a menstruação.
Outros fatores podem causar a retenção de líquido, como problema renal, cardíaco, hormonal, vascular, alterações na tireóide, aí nesse caso é essencial fazer o tratamento adequado para resolver o problema. Geralmente esses fatores normalmente estão relacionados com excesso de peso, falta de atividade física, má alimentação e dificuldade de retorno venoso. Então, se você não aguenta mais se sentir inchada procure identificar qual a razão, assim poderá resolver essa situação e se sentir bem melhor.
Veja a seguir algumas dicas
- Beba bastante água, cerca de dois litros por dia, isso vai estimular o trabalho dos rins e você vai urinar mais e também vai melhorar a circulação;
- Diminua o consumo de alimentos ricos em sódio, como os industrializados, embutidos, enlatados, conservas, refrigerantes. Tire o saleiro de cima da mesa e reduza a quantidade de sal usada no preparo dos alimentos;
- Pratique atividade física regularmente;
- Evite usar roupas muito apertadas.

Saúde Bucal

O que é gengivite?

Gengivite - uma inflamação da gengiva - é o estágio inicial da doença da gengiva e a mais fácil de ser tratada. A causa direta da doença é a placa - uma película, grudento e sem cor de bactérias que se forma, de maneira constante, nos dentes e na gengiva.
Se a placa não for removida pela escovação e uso de fio dental diários, ela produz toxinas (venenos) que irritam a mucosa da gengiva causando a gengivite. Neste estágio inicial da doença da gengiva, os danos podem ser revertidos, uma vez que o osso e o tecido conjuntivo que segura os dentes no lugar ainda não foram atingidos. Entretanto, se a gengivite não for tratada, ela pode evoluir para uma periodontite e causar danos permanentes aos dentes e mandíbula/maxilar.

Como sei que tenho gengivite?

Os sintomas clássicos da gengivite incluem gengivas vermelhas, inchadas e sensíveis que podem sangrar durante a escovação. Outro sintoma de doença é o recuo ou retração da gengiva, conferindo aos dentes uma aparência alongada. A doença da gengiva pode formar bolsas entre os dentes e a gengiva, onde se acumulam restos de comida e placa. Algumas pessoas têm mau hálito freqüente ou sentem gosto ruim na boca, mesmo se a doença não estiver em estágio avançado.

Como posso prevenir a gengivite?

Uma boa higiene bucal é essencial. A limpeza profissional também é extremamente importante, pois uma vez que a placa se acumula e endurece (ou torna-se tártaro), apenas o dentista ou um higienista podem removê-la.
Você pode prevenir a gengivite pela:
  • A correta escovação e uso apropriado do fio dental para remover placas e restos, e do controle do aparecimento de tártaro.
  • Alimentação correta para garantir nutrição adequada para o osso da mandíbula/maxilar e dos dentes.
  • Evitar cigarros e outras formas de tabaco.
  • Ir ao dentista regularmente.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Veja as dez contusões mais comuns durante o sexo

6) Hematoma nos ombros -  Na hora da prática sexual, sempre pode sobrar um pé ou mão descoordenada que pode atingir o parceiro. Quedas e acidentes de .... Foto: Getty Images


A empresa de pesquisas One Poll divulgou que cerca de 30% das pessoas já se machucaram praticando relações sexuais. Como qualquer atividade física, o sexo exige um pouco de preparo e pode, realmente, provocar lesões em várias partes do corpo.
Dependendo do local do ato sexual, o casal pode distender algum músculo ou até torcer alguma parte do corpo, dependendo do apetite de cada um. Conheça agora as dez lesões mais comuns durante o sexo.
1) Distensão muscular
O movimento repetitivo e por tempo prolongado, se for praticado por uma pessoa sedentária, pode gerar uma distensão muscular. Como qualquer atividade física, o sexo precisa de alongamento e preparo muscular. Provavelmente a relação sexual não vai provocar uma distensão grave, mas se já existir um estiramento, este poderá se agravar.
2) Dores na coluna
Em segundo lugar ficam as dores na coluna, que podem ser provocadas por posições menos convencionais e que forcem a região. O importante é tentar parar assim que sentir alguma dor, para não piorar o sofrimento.
3) Atrito com o carpete
O atrito do corpo com o carpete pode gerar queimaduras e feridas no corpo. Movimentos repetitivos neste tipo de piso podem passar despercebidos no momento mas, alguns minutos depois, é provável que você perceba esta lesão, que pode incomodar um pouco, mas não é motivo de preocupação.
4) Torcicolo
Movimentos bruscos durante o ato sexual pode gerar este tipo de desconforto, principalmente nas mulheres, caso seu companheiro puxe o cabelo com força desproporcional. Uma musculatura tensa favorece o surgimento da lesão.
5) Bater cotovelos ou joelhos
Se o local escolhido para a prática do sexo for um pouco apertado, poderá ocorrer um tipo de lesão provocada por um acidente. Bater cotovelos e joelhos pode ser comum e, em alguns casos, bem dolorido.
6) Hematoma nos ombros
Na hora da prática sexual, sempre pode sobrar um pé ou mão descoordenada que pode atingir o parceiro. Quedas e acidentes de percurso podem provocar alguns hematomas. Todo cuidado é pouco.
7) Joelho torcido
Para os que gostam de um sexo mais selvagem, cuidado, pois algumas lesões podem ser graves. Ao forçar o corpo sobre as articulações, você pode torcer o joelho e ficar algum tempo sem poder caminhar direito.
8) Pulso aberto ou torcido
Umas das posições mais comuns do sexo exige que o homem fique por cima da mulher, apoiado pelos pulsos. Sendo assim, não é de se estranhar que a lesão de pulso fique entre as dez mais comuns durante a prática sexual. Mais uma vez, vale a pena ficar atento aos incômodos na região dos pulsos.
9) Tornozelo torcido
Assim como a lesão no joelho, uma pressão exagerada pode comprometer também o tornozelo. É uma lesão bem menos comum, mas que pode ocorrer, dependendo da intensidade e do local onde está sendo praticada.
10) Dedos destroncados
Assim como os pulsos, os dedos estão expostos durante os movimentos sexuais. Um posicionamento mal elaborado pode gerar uma pressão desproporcional nas extremidades da mão, que pode gerar, inclusive, um deslocamento ou luxação dos dedos.

Produto de limpeza caseiro previne alergia e é mais barato

 . Foto: Getty Images Produtos de limpeza caseiro previnem doenças
Foto: Getty Images

Toda dona de casa conhece a importância da limpeza no lar. Hoje, há no mercado vários produtos eficazes, a preços acessíveis. Mas uma alternativa - saudável, ecologicamente correta e econômica - é "fabricar" seus próprios produtos de limpeza. No dia a dia de famílias com pessoas alérgicas, as receitas também podem ajudar, por terem ingredientes mais suaves.
O microbiologista Roberto Martins Figueiredo enumera as qualidades do bicarbonato de sódio, por exemplo. "É excelente substância de limpeza e também ajuda a tirar cheiros. Um tapete com odor ruim pode ser pulverizado com bicarbonato e varrido 20 minutos depois. Também é bom deixar um pote com a substância na geladeira para tirar odores como os de alimentos estragados", explica. Segundo ele, o bicarbonato serve ainda para desengordurar panelas, fogões e forno, embora não tenha ação desinfetante. "Para acabar com bactérias, só vinagre, e o branco não deixa cheiro", diz.
Economia
Fórmulas caseiras são ainda mais econômicas. "Por mês, o comprometimento médio do orçamento familiar com produtos de limpeza é de 2,27%. Em um ano, representa economia de 27,24%, uma boa saída. Os caseiros são mais baratos, tanto pelos insumos, quanto pelo rendimento", atesta o economista André Braz, da Fundação Getúlio Vargas.
A alergista e imunologista Maria Cecília Aguiar, da Policlínica de Botafogo, diz que as composições caseiras apresentam menos cheiro, o que pode ser favorável em alguns casos de alergia, mas que cuidados sempre devem ser adotados. Para ela, o ideal é usar luvas tanto na manipulação de produtos industrializados quanto dos feitos em casa. "Luvas de poliuretano ou borracha são ideais. As cirúrgicas também servem e custam pouco."
Prevenindo crises alérgicas A rotina de limpeza deve ser modificada nos domicílios de pessoas alérgicas. Para elas, produtos de limpeza devem ter o mínimo possível de perfumes. Em alguns casos, é preciso até eliminar o uso de amaciantes na lavagem de roupas.
Produtos contendo solventes orgânicos ou fortemente perfumados, incluindo ceras e desinfetantes, estão proibidos. A casa do alérgico deve ser limpa, mas não pode "cheirar limpinho". Por serem menos tóxicos em suas composições, os produtos de limpeza caseiros à base de sabão de coco, vinagre, limão, bicarbonato e glicerina ajudam quem precisa enfrentar mofo, poeira e sujeira.
Pano úmido com sabão de coco em vez de espanador e vassoura evita que a poeira se espalhe pelo ar. Móveis devem ser arrastados a cada 15 dias para remoção do pó. Colchões devem ser virados quinzenalmente. Cobertores e mantas precisam de sol a cada semana.
Evite problemas Ao fabricar produtos caseiros alguns cuidados devem ser adotados, sempre. Use recipientes limpos e armazene sempre as fórmulas em locais seguros, longe do alcance de crianças e animais. Mantenha os produtos sempre fechados e nunca guarde-os próximo a alimentos.
Ao manusear amônia, evite inalar o produto e mantenha-o longe dos olhos, para não causar irritação, como coceira. Lave bem as mãos depois de usar o limão, para evitar queimaduras. Nunca use a substância sob o sol.
Limão e vinagre são substâncias ácidas, mas cumprem papéis diferentes na limpeza. O primeiro, cítrico, é útil para retirar crosta de sujeiras. Já o vinagre, asséptico, tem ação de evitar contaminação por microrganismos (bactérias).
Em vez de combater mofo com naftalina, que afeta fígado e rins, tente usar sachês com flores de lavanda. Não armazene os produtos de limpeza próximo a alimentos. Batata e cenoura, por exemplo, absorvem substâncias como a amônia - considerada volátil porque evapora rapidamente.

Saiba o que 10 pesquisas dizem sobre comer, fumar e beber na gestação

Fumo e crimes

Além dos malefícios à saúde do feto, pesquisas recentes também associam o fumo durante a gravidez com maiores chances de p filho cometer delitos na vida adulta. A constatação foi feita a partir da análise dos hábitos de mais de 4 mil mulheres e de seus filhos, entre as idades de 33 e 40 anos.

Entre as fumantes que consumiam mais do que 20 cigarros por dia, houve maior incidência de filhos que haviam cometido delitos e tinham sido presos. O estudo feito pela Escola de Saúde Pública de Harvard explica a relação com o fato de que o fumo afeta áreas do cérebro que coordenam o comportamento.

Obesidade na gestação

Mulheres que engordam muito durante a gravidez têm mais chances de terem bebês pesados, com mais de 4 kg. Um levantamento feito com mais de 40 mil mulheres identificou que as chances dobram nas gestantes obesas, mesmo se elas não apresentam casos de diabetes gestacional, uma das principais causas do nascimento de bebês muito grandes.
A pesquisa, conduzida por Centro Kaiser de Pesquisa em Saúde, em Oregon, nos Estados Unidos, identificou que uma em cada cinco grávidas em todo o mundo ultrapassa os 18 kg ganhos na gestação. Bebês que nascem muito pesados têm mais chances de desenvolver sobrepeso na vida adulta ou de se tornarem obesos.

Remédios

O consumo de analgésicos durante a gravidez foi associado a problemas de fertilidade nos filhos homens. O uso prolongado de substâncias como paracetamol, aspirina e ibuprofen podem causar danos ao desenvolvimento dos órgãos sexuais masculinos.
O problema mais comum identificado em pesquisas é a criptorquidia (quando os testículos não descem para o saco escrotal), o que pode afetar a qualidade do esperma e também está associada a casos de câncer na terceira idade. Usar mais de um medicamento de maneira contínua é ainda mais perigoso e, segundo estudiosos da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, aumenta em até sete vezes os riscos de problemas na fertilidade da prole.
E os riscos são maiores se o consumo dos medicamentos acontece entre o quarto e o sexto mês de gestação.


Dieta na gravidez

Se a obesidade da mãe pode comprometer a saúde do bebê, dietas de restrição alimentar também podem trazer danos ao futuro da criança. Cientistas descobriram que mulheres que passam a gravidez em dietas de restrição alimentar também podem condenar os filhos a serem obesos no futuro.
Isso porque a privação tem consequências ligadas ao corpo tentar compensar a falta de alimentos ao longo vida. A pesquisa da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, aponta os riscos em mulheres que fazem dieta também no momento da concepção, pois a restrição alimentar afeta a química do desenvolvimento das células de gordura na criança.

Chocolate para as futuras mamães

Comer chocolate foi associado a menores riscos de desenvolvimento de pre-eclampsia, cujas causas ainda são desconhecidas e que levam a nascimentos de bebês prematuros ou colocam em risco a vida do feto e da mãe. A doença é caracterizada pela hipertensão (alta pressão arterial) e proteinúria (presença de proteína na urina).
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Yale aponta que mulheres que consumiram a guloseima cinco vezes na semana tinham 40% menos chances de sofrer de pre-eclampsia do que as que comiam o alimento menos do que uma vez por semana. O estudo aponta que a teobromina presente no chocolate é a responsável pelo benefício.

Álcool

Beber durante a gravidez não é indicado, mas ainda pior para futuras mães com mais de 30 anos. O alerta da pesquisa da Universidade do Novo México destaca que mães mais maduras tendem a beber mais do que as mais jovens. Os resultados do consumo excessivo de bebidas na gestação são deficiências de aprendizado, concentração e anomalias psíquicas.
Segundo a pesquisa, o resultado ficou ainda mais evidente em crianças da mesma mãe que bebeu em ambas as gestações. O filho mais novo apresenta mais problemas do que o irmão mais velho. O consumo de bebidas alcoólicas durante a gravidez também é associado a abortos, nascimentos prematuros, defeitos congênitos e com o nascimento de bebês abaixo do peso.
O consumo de álcool por gestantes não é totalmente proibido, mas as doses recomendadas variam de até duas a quatro doses por semana. Mas recentemente tem havido consenso para proibir o consumo para evitar problemas de interpretação da quantidade de doses e a possibilidade de risco à saúde do feto.


Fumo e risco de morte

Fumar durante a gravidez também está associado a maiores riscos de Síndrome da Morte Súbita Infantil, a principal causa de morte de bebês no primeiro ano de vida em todo o mundo. Os riscos aumentam de duas a cinco vezes, segundo pesquisa realizada pelo Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati, no estado de Ohio, nos Estados Unidos.
A nicotina presente no cigarro foi apontada como vilã do desenvolvimento das células cerebrais que regem a respiração, diminuindo a capacidade de o recém-nascido acordar em casos de oxigenação comprometida.


Bons hábitos começam na vida uterina

Pesquisa da Universidade do Colorado aponta que a dieta da mãe afeta o desenvolvimento cerebral do bebê e influencia seus gostos alimentares no futuro. O estudo ainda aponta que a alimentação seguida pela mãe torna-se mais atrativa à pessoa com o passar dos anos.
A pesquisa diz que isso acontece porque para o feto o que vem da mãe é seguro e essa sensação é carregada para a vida toda, como uma memória. O olfato também é alterado segundo o que a mãe come porque os odores impregnados no líquido aminiótico, que envolve o embrião, afeta o desenvolvimento do sentido.

Estilo de vida da mãe determina risco de doenças graves

Não apenas a alimentação da mãe está ligada à saúde do bebê. Durante os nove meses, o feto é afetado por emoções, estresse, nível de exercícios físicos e até pelo trabalho da gestante. Doenças como problemas cardíacos, diabetes e câncer estão sendo consideradas hoje como resultado de uma combinação de herança genética, maus hábitos e também do que ocorreu na vida intrauterina.
Segundo estudo conduzido pela Universidade de Harvard, os fetos preparam-se para enfrentar o mundo segundo o ambiente que encontram no útero. E um dos piores cenários é a privação de alimentos, nas mulheres que fazem dieta, pois os nutrientes são direcionados para os órgãos mais importantes do corpo, como o cérebro, em detrimento de outros como fígado e coração, o que pode comprometer a saúde dos mesmos no futuro.

Sal

A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo investigou a relação entre o consumo de sal pela mãe na gestação e a saúde das crianças. O resultado é que uma dieta com elevado consumo de sal durante a gestação poderá gerar indivíduos que, na idade adulta, terão hipertensão arterial. Por outro lado, se o consumo de sal durante a gravidez for baixo, o problema pode ser o desenvolvimento de resistência à insulina.
O estudo foi realizado em animais, mas chama atenção para os mecanismos epigenéticos, que não são localizados no genótipo, mas têm influência sobre as características dos indivíduos. São fatores capazes de alterar a programação do feto sem modificar a estrutura do DNA.






segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Ouvir música provoca liberação de dopamina, diz pesquisa


  • PARIS, 10 janeiro 2011 (AFP) - O intenso prazer que se sente ao escutar música provoca no cérebro a liberação de dopamina, um neurotransmissor que serve para avaliar ou recompensar prazeres específicos associados à alimentação, drogas ou dinheiro, de acordo com um estudo publicado neste domingo.

  • A dopamina é uma substância química da molécula do "sistema de recompensa", que serve para reforçar alguns comportamentos essenciais à sobrevivência (alimentação), ou que desempenha um papel na motivação (recompensa secundária através do dinheiro).
    Então como pode estar envolvida em um prazer abstrato como o de ouvir música, que não parece ser diretamente indispensável para a sobrevivência da espécie?
    O estudo ajuda a compreender por que a música pode ser utilizada de forma eficaz em rituais, pelo marketing ou em filmes para induzir estados de humor Para entender isso, pesquisadores da Universidade McGill, em Montreal (Canadá), selecionaram dez voluntários de 19 a 24 anos entre os 217 que responderam a um anúncio solicitando pessoas que sentiram "estremecimentos", sinais de extremo prazer, ao escutar música.
    Graças a vários aparelhos de diagnóstico por imagens, a equipe de Salimpoor Valorie e Robert Zatorre mediu a liberação de dopamina e a atividade do cérebro.
    Paralelamente, sensores informavam a frequência cardíaca e respiratória dos voluntários, bem como sua temperatura ou sinais de estremecimento de prazer no nível da pele.
    Os resultados publicados na revista científica Nature Neuroscience mostram que a dopamina é secretada antes do prazer associado à música ouvida, e durante o próprio "estremecimento" de prazer, ou seja, no auge emocional.
    Tratam-se de dois processos fisiológicos distintos que envolvem diferentes regiões no "coração" do cérebro.
    Durante o auge do prazer, é ativado o núcleo "accumbens", envolvido na euforia produzida pela ingestão de psicoestimulantes, como a cocaína. Antes, no prazer por antecipação, a atividade da dopamina é observada em outra área do cérebro.
    O nível de liberação da dopamina varia com a intensidade da emoção e do prazer, em comparação com as medições realizadas ao escutar uma música "neutra", isto é, indiferente aos voluntários.
    "Nossos resultados ajudam a explicar porque a música tem esse valor em todas as sociedades humanas", concluem os pesquisadores. Permitem compreender "por que a música pode ser utilizada de forma eficaz em rituais, pelo marketing ou em filmes para induzir estados de humor", acrescentam.
    Como um prazer abstrato, a música contribuiria, graças à dopamina, para um fortalecimento das emoções, ao estimular noções de espera (da próxima nota, de um ritmo preferido), de surpresa, de expectativa.

    Yoga pode ajudar a amenizar a asma

    Yoga pode ajudar a amenizar a asma


    Até pouco tempo atrás, diziam que asma era uma doença pulmonar. A teoria atual diz que a asma é uma enfermidade alérgica e não um problema exclusivo pulmonar e tem as seguintes características:
    - obstrução da via aérea total e parcialmente reversível, seja espontaneamente ou com tratamento;
    - inflamação bronquial com inflamação da mucosa;
    - hiperatividade bronquial, ou resposta aumentada da via aérea frente a distintos estímulos.
    Os sintomas mais freqüentes são: tosse, chiado e opressão no peito, secreções e fadiga. Mas a asma também pode ser assintomática.
    Os sintomas podem durar alguns dias e ceder posteriormente, ou ser contínuos com crises ocasionais mais intensas. De forma atípica, a asma pode manifestar-se em forma de tosse persistente com opressão torácica e não ter nenhum outro sintoma. É característico o predomínio noturno dos sintomas.
    Há vários mecanismos que desencadeiam uma inflamação alérgica: cheiros fortes, mudanças bruscas de temperatura, estresse, nervosismo, grande esforço físico, alternação da digestão, refluxo gástrico, etc.
    A evolução esperada é da cura com grande porcentagem de crianças com asma, já que a prevalência da infância é de 11% e no adulto oscila entre 4% e 6%. Por isso, mais da metade das crianças com asma deixa de padecer dessa doença depois da puberdade.
    A experiência vem demonstrando que as posturas de Yoga abrem o peito, e a que mantém o queixo em contato ou perto do esterno (jalandhara bandha) tem resultados muito eficazes no alívio dos sintomas da asma. Por outro lado, as posturas de relaxamento são muito valorosas, pois também relaxam a mente, outra causa de transtornos como o que estamos vendo.

    1. Sukhasana com cadeira



    2. Abertura do peito com bloco e peso nas mãos



    3. Salamba sarvangasana



    4. Uyjjayi pranayama



    5. Shavasana com peito elevado

    Seria o obeso uma vítima?

    Engordamos quando comemos mais do que gastamos. Isso é um fato, incontestável. Mesmo assim, a maioria das pessoas não reconhece como sua a responsabilidade pelo ganho de peso. Há sempre uma justificativa, fora do seu controle, para o curso progressivo da obesidade. O pior é que há uma crença, generalizada, de que esse estado de coisas vem impondo a algumas pessoas a triste sina de uma doença. Trazendo consigo estigma e limitações.
    Quando observamos a literatura médica, lá estão, novamente, as explicações para o avanço da obesidade, sempre com um foco em industrialização dos alimentos, globalização, stress, carga horária extenuante e estilo de vida. Justificativas que apresentam o obeso como vítima e retiram dele suas chances de mudar sua história. 
    Apesar de bem conhecida a natureza multifatorial da obesidade, ainda se fala em poder aditivo dos alimentos industrializados e de uma força demoníaca que nos faz comer sem parar. Até quando continuaremos culpando forças sobrenaturais e alheias à nossa vontade para justificarem nossas escolhas alimentares? Questiona o Dr David Gratzer, médico do Manhattan Institute. O pessimismo é tamanho, que alguns estudiosos do assunto aconselham os governos a desistirem dos adultos, pois eles não teriam mais salvação e focarem seus esforços nas crianças.
    Vendo por esse lado, o obeso seria uma grande vítima. Governos, escolas, indústrias de alimentos e agronegócios, supermercados, redes de fast food e até a poluição do ar estariam conspirando contra ele. Como se fosse possível que lhe fosse retirado todo o poder de escolha. Essa cultura de “vitimização” do obeso retira dele a sua responsabilidade pelo quadro de obesidade e ensina-o a pensar que o seu mal seria causado por fatores externos à sua vontade e que alguém deveria dar a ele a solução.

    As estatísticas e a responsabilidade de todos no combate à obesidade

    De acordo com o IBGE em seu recente Censo, o Brasil, como todos os demais países emergentes, vem liderando o ritmo de crescimento dos índices de sobrepeso e obesidade em todo o mundo. Por aqui, cerca de 50% dos adultos e 30% das crianças e adolescentes encontram-se acima do peso normal. Nos Estados Unidos, as estatísticas dão conta de que o número de obesos tende a dobrar nos próximos 25 anos. O saldo disso tudo é uma conta amarga de se pagar, tanto para os governos, quanto para a sociedade civil, com o alto custo do tratamento das complicações da obesidade.
    A verdade é que a grande maioria dos casos de obesidade poderia ser prevenida. Os governos não podem se omitir. As escolas devem dar sua contribuição e os subsídios devem premiar os alimentos saudáveis, normalmente mais caros, e taxar, duramente, os alimentos ricos em gordura e açúcar. Além disso, cada um de nós deve fazer sua parte, entendendo que a responsabilidade é primordialmente nossa e que uma escolha alimentar ruim é, quase sempre, fruto de uma opção pessoal.
    Os entraves ao tratamento da obesidade são mesmo difíceis de serem transpostos. Tratamentos milagrosos, falsos remédios, profissionais inescrupulosos dão sempre a impressão de que não há mesmo saída, pois enchem de ilusão e desilusão o sonho de perder peso. A opção pela estética e não pela saúde agrava ainda mais a perspectiva do obeso em alcançar seus objetivos, principalmente quando ele tem metas impossíveis de serem alcançadas.

    A responsabilidade individual pelo combate à obesidade

    Invariavelmente, o paciente obeso que nos procura precisa de ajuda para alcançar seus objetivos. O grande problema que enfrentamos em ajudá-lo é convencê-lo de que suas escolhas alimentares são as verdadeiras  causas do ganho de peso. Só assim ele poderia entender o seu o papel no seu tratamento e o quanto precisaremos dele. Parece simples, mas o paciente já vem em consulta como uma vítima. Como se ele não pudesse fazer nada contra isso e esperasse tudo dos profissionais que o assistem.
    Cerca de 80% dos pacientes que nos procuram para emagrecer, vem em busca de uma causa orgânica que justifique o ganho de peso. Apesar do conflito que isso pode gerar, nós precisamos convencer. Convencer a cada um deles de que ansiedade não engorda, faz comer. Explicar que não estamos dizendo que eles mentem, nem estamos  julgando seus comportamentos. Queremos descobrir um caminho por onde começar ajudá-los. Não há como corrigir uma falha sem identificá-la de antemão.
    Mesmo que as políticas públicas fossem suficientes e autônomas para impedir a veiculação de propagandas de alimentos engordativos. Mesmo que proibissem o excesso de açúcar e gorduras dos alimentos. Mesmo que fosse obrigatória uma hora de atividade física diária para as pessoas em geral, nada seria eficaz caso as vítimas da obesidade continuassem se omitindo do seu papel principal no combate à doença. Assim, enquanto procurarmos um culpado para a obesidade sem incluir o próprio obeso, continuaremos impossibilitados de combater esse mal.

    sábado, 8 de janeiro de 2011

    Fique Atento: nem tudo que é natural pode fazer bem a saúde

    Muitos acreditam que tudo o que é consumido na forma natural é benéfico, porém, isto não é verdadeiro, pois alguns tipos de vegetais podem ser maléficos à saúde. Como por exemplo:
    • Maçã: Contém toxinas em suas sementes;
    • Batata: Não utilizar se a casca estiver esverdeada, pois, pode ser sinal da presença de substância tóxica. Algumas espécies possuem alcaloides tóxicos que podem causar náusea, dor de estômago, arritmia cardíaca, paralisia, entre outros problemas, porém, as qualidades vendidas nas feiras e supermercados não apresentam toxidez;
    • Mandioca: A do tipo doce não apresenta problemas em relação à toxidez. A mandioca-brava merece atenção, não devendo ser consumida crua, pois contém ácido cianídrico, que pode provocar morte. E importante ressaltar que este tipo de mandioca é utilizada na produção de farinha, porém, no processamento, todo o veneno é eliminado;
    • Broto de Samambaia: Não comumente consumida no país, é muito utilizada na cultura japonesa. O broto apresenta substâncias cancerígenas que podem levar à doença no estômago.
    Estes são alguns exemplos dos alimentos que devemos ter uma cautela em relação ao consumo, agora, em relação aos fitoterápicos  podemos dizer  que estes são classificados como plantas medicinais que apresentam ações benéficas à saúde, principalmente na prevenção e tratamento de algumas enfermidades.

    Quanto à sua segurança, existem órgãos que fiscalizam a comercialização destes produtos, tais como: a Botânica (que se refere à identificação do material vegetal); Farmacêutica (onde é definida a maneira ideal de preparo); Ensaios Biológicos (fase de testes frequentes, inclusive em animais) e Etapa Clínica (dividida em quatro partes, onde o medicamento é usado primeiro em poucas pessoas, depois em indivíduos doentes, em seguida prolonga-se o tempo de uso, para, só então, expandir o uso em um número maior de pacientes, o que vai comprovar a eficácia e funcionalidade de tal fitoterápico).

    É preciso ressaltar que alguns cuidados devem ser tomados, como, por exemplo, a restrição do uso para mulheres grávidas e lactantes (em fase de amamentação), pois algumas substâncias podem interferir negativamente na fase de gestação e torna-se um fator abortivo.

    O médido e o nutricionista orientam seus pacientes sobre como fazer o uso correto do fitoterápico, que precisa ser reconhecido e adequado às normas da ANVISA (quando industrializados). A segurança dos fitoterápicos deve ser a mesma dos medicamentos convencionais e devem ser registrados no Ministério da Saúde antes da comercialização.

    Dicas importantes:
    • No momento da compra a atenção deve ser redobrada. Fique atento a origem, a data de validade, a vedação da embalagem, a etiqueta, a aparência e ao aspecto dos fitoterápicos;
    • Siga corretamente as instruções de preparo, dosagem e consumo dos fitoterápicos, pois, assim como um medicamento eles podem apresentar feitos colaterais, principalmente, se utilizado de maneira incorreta;
    • Caso apresente alguma enfermidade crônica, como: diabetes, problemas renais, hipertensão, doença cardíaca procure um profissional habilitado (médico ou nutricionista) para verificar a possibilidade de utilizado do fitoterápico;
    • Atenção: uma mesma planta pode ter diferentes nomes populares. Ou ao contrário, plantas diferentes podem ter o mesmo nome popular;
    • As plantas devem ser armazenadas em vidros, de preferência escuros, em local seco e arejado;
    • Os chás devem ser consumidos sempre frescos, não guardar para o dia seguinte;

    Pais têm maior risco de depressão no ano seguinte ao parto




    Ter filhos pode aumentar os riscos de desenvolver depressão tanto em pessoas do sexo feminino quanto do masculino. De acordo com uma pesquisa inglesa, mais de um terço das mães e cerca de um quinto dos pais do Reino Unido apresentam um episódio do problema até os 12 anos de idade da criança, com as taxas mais elevadas no primeiro ano após o nascimento.
     . Foto: Getty Images Shreya Davé, da organização Medical Research Council, de Londres, Inglaterra, e seus colegas examinaram a incidência da neurose em 86.957 famílias entre 1993 e 2007. Até os 12 anos do filho, 19.286 mães somaram 25.176 episódios e, 8012 pais, 9683. O índice foi de 7,53 em 100 mulheres e de 2,69 em 100 pais por ano.
    Homens e mulheres com histórico de depressão, que eram muito jovens quando tiveram o bebê (entre 15 e 24 anos) ou socialmente desfavorecidos se mostraram ainda mais propensos a receberem o diagnóstico.
    A depressão está associada ao mau comportamento e inconvenientes no desenvolvimento da garotada, como informaram os pesquisadores ao site Science Daily. Eles também disseram que os números mais altos no ano seguinte ao nascimento têm ligação com estresses diretamente relacionados ao novo integrante da família, como pouco tempo de sono e mudanças grandes de responsabilidade




    Fonte: Terra Saúde

    Saiba por que a endometriose pode causar infertilidade

    Mais de 50% das pacientes têm uma chance maior de engravidar após o tratamento cirúrgico da patologia. Foto: Getty Images


    A endometriose, doença caracterizada pela presença do endométrio em outras partes do organismo além do útero, pode causar infertilidade. Confira sete curiosidades sobre o assunto, incluindo a possibilidade de tratamentos para reverter o caso, listadas pela ginecologista Rosa Maria Neme, diretora do Centro de Endometriose São Paulo:
    1) Cerca de 30% a 40% das mulheres que sofrem de endometriose têm infertilidade. Entre as mulheres com infertilidade, 50% delas apresentam a patologia.
    2) A mudança na anatomia do aparelho reprodutivo feminino é o principal fator que leva à infertilidade na mulher com a endometriose. Ao longo do tempo, o processo inflamatório da enfermidade causa aderências entre os órgãos reprodutivos, levando à alteração da anatomia e, consequentemente, à infertilidade. No entanto, há mulheres com quadros de endometriose inicial e que também podem apresentar dificuldades para engravidar, mas a causa desse problema ainda é desconhecida.
    3) De maneira geral, o tratamento cirúrgico pode reverter a situação nos quadros de endometriose menos avançada ou ainda em alguns casos avançados. Só a avaliação médica pode dar o diagnóstico mais preciso.
    4) Mais de 50% das pacientes têm uma chance maior de engravidar após o tratamento cirúrgico da patologia.
    5) As chances de retorno da doença, mesmo após uma gravidez, são grandes, desde que a mulher não faça nenhum tratamento hormonal pós-gestacional para controle. Como não se sabe o que causa a endometriose, não é possível curá-la e evitar sua volta;
    6) No caso de pacientes com endometriose, normalmente o médico mantém uma dose aumentada de progesterona nos primeiros três meses da gravidez para diminuir os riscos de aborto precoce. Essa medicação não causa danos para a mãe ou para o feto.
    7) Não há risco para a mulher ou filho se a gravidez ocorrer no começo do tratamento. Apenas quando se segue o tratamento pós-cirúrgico com o análogo do GnRH é importante evitar uma gestação, pois o risco de aborto é maior.

    Chocolate que emagrece é promessa de empresa brasileira

    Um bombom que ajuda a combater a gordura ingerida durante as refeições é o mais recente lançamento da OligoFlora, empresa paulistana especializada em oligotecnologia, técnica que atua no tratamento de disfunções orgânicas.
    A promessa da empresa é a redução de até 5 quilos através da ingestão diária do chocolate aliada à massagens e ainda a uma reeducação alimentar. Todo o tratamento dura sete semanas e é realizado em 15 seções.
    Disponível nos sabores castanha de caju, castanha-do-pará, crocante e tradicional, o bombom é composto por proteínas encontradas no feijão branco, que auxiliam na redução da absorção de carboidratos ingeridos diariamente pelo organismo.

    sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

    Como obter melhores resultados com os exercícios

    Gustavo Moreno/CB/D.A Press - 26/08/2010
    Se você não gosta de frequentar academias e clubes e optou por fazer exercício por conta própria, como natação, corrida, musculação ou bike, pode sentir que os excelentes resultados do começo (como emagrecimento, tonificação muscular, melhora da resistência e do fôlego) estacionaram. A barriguinha continua do mesmo jeito, os músculos não se definiram mais, o peso estancou e o desânimo deu os primeiros sinais. Fique calmo!

    Se esse é o seu caso, não desista: basta melhorar o treino, acrescentando novos desafios. O que acontece com qualquer atividade física é que o nosso organismo se adapta ao esforço, após certo período. Assim, o treinamento que dava resultados no início deixa de fazer efeito. Se um novo estímulo não for acrescentado, como a variação no tempo e na intensidade do exercício, por exemplo.

    Mas, atenção: seja qual for a modalidade praticada, não é aconselhável acrescentar vários estímulos de uma vez, como aumentar a velocidade, o período e a carga ao mesmo tempo. Faça uma planilha de treinamento, incluindo pelo menos um mês para que o organismo se adapte ao novo esforço. O ideal, claro, é ter a orientação de um profissional especializado, para que ele planeje uma progressão personalizada, de acordo com os objetivos que você espera alcançar. Confira algumas dicas de como turbinar seu treinamento e progredir nos resultados em cada uma dessas modalidades.

    Natação: Mantenha o controle da frequência cardíaca!

    Além de servir de parâmetro para o treinamento, os batimentos cardíacos podem mostrar como anda seu condicionamento físico. Vamos supor que há quatro meses você percorria 1.200 metros em 40 minutos, numa FC média de 150 batimentos por minuto. Faça uma nova avaliação, percorrendo a mesma distância em igual tempo: caso os batimentos tenham diminuído, isso significa que o seu condicionamento está melhor do que antes. Um bom método para melhorar o condicionamento cardiovascular é diminuir o tempo de intervalo entre as séries, sem alterar a distância ou a velocidade.

    Corrida: Experimente manter a distância e acelerar a velocidade!


    Quando corremos no mesmo ritmo, sem variar velocidade, inclinação do terreno e distância, entramos numa situação chamada platô. Além da sensação de que os resultados estacionaram, nos sentimos cansadas como nos primeiros dias, a corrida passa a ser monótona e até o peso estaciona. Uma boa variação para turbinar o treino é percorrer a mesma distância num tempo cada vez menor.

    Musculação: É hora de fazer alterações!


    Após um período mínimo de três e um máximo de 12 semanas (conforme o nível de condicionamento e o tipo de treino), o corpo já se adaptou aos exercícios, o que significa que, se você não fizer modificações, conseguirá apenas manter os resultados alcançados. Para ir além, é preciso substituir a rotina por outra mais difícil. Essa alteração pode ser feita de diversas formas. Veja alguns exemplos:

    - Substituir exercícios simples por outros complexos, como o Leg Press (no equipamento) pelo agachamento livre.

    - Aumentar a carga e a quantidade de séries, diminuindo o número de repetições e o tempo de recuperação entre as séries. Assim, em vez de executar três séries de dez repetições com 10 kg e um minuto de intervalo, fazer quatro séries de oito repetições com 12 kg, descansando 45 segundos.

    - Elevar o número de exercícios.

    Bike: Hora de prolongar o período!

    Mas faça isso gradativamente, de acordo com seu condicionamento físico. O importante é que o estímulo não seja muito mais intenso que o anterior, para que o organismo assimile essa mudança. A ideia não é ficar ofegante – sinal de que você está exigindo mais que seu corpo pode dar naquele momento. Portanto, vá com calma!

    Se você pedala três vezes por semana, por exemplo, experimente acrescentar dez minutos a mais na semana seguinte. Se ainda estiver muito fácil, aumente mais dez na próxima. Já se você pedala 30 minutos diários, aumente cinco minutos a cada quatro ou cinco dias. Mantenha o tempo por algumas semanas e inclua novos estímulos ou continue intensificando o tempo, se preferir. Enquanto estiver trabalhando a progressão de tempo, mantenha a mesma velocidade.