Contudo, em quase um terço dos casos, as três maiores preocupações do médico não incluem a principal prioridade do paciente, segundo a pesquisa, especialmente se aquele item for dor ou depressão, disse Donna M. Zulman, pesquisadora do Veterans Affairs e principal autora do estudo.
O trabalho foi publicado online no dia 2 de fevereiro no Journal of General Internal Medicine.
“A má notícia é que a probabilidade da concordância geral diminuía quando o paciente estava mal de saúde”, afirmou Zulman, que também é residente do programa Robert Wood Johnson Clinical Scholars, da Universidade de Michigan. Enquanto os médicos focam na diabetes e na pressão alta por suas graves complicações no longo prazo, disse ela, “pacientes com a saúde debilitada têm mais chances de priorizar sintomas que apresentam no dia a dia”.As descobertas podem refletir uma falta de conhecimento sobre a importância de os diabéticos controlarem sua pressão sanguínea, disse Zulman, acrescentando que a mensagem aos pacientes é que eles devem se comunicar de forma clara e “não supor que seu médico compartilha de suas
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